
Suas asas de pêlos macios envolvem e flutuam no meu pensamento...
Nas lembranças doces de tardes juvenis, no gosto ácido do desejo que não tem freio...
Essas asas que parecem abrir-se ao infinito... Encontram-se unidas num corpo delgado... lângido... úmido...
Atiça meu desespero de sorver a infrutescência madura que se esconde em tuas asas...
Numa vontade sussurrante... que ecoa fundo... buscando fazer subir nessas peças aladas e aveludadas...
O açoite rígido do corpo... o mergulho profundo e sereno...
Minuciosamente calculado... injetando sabor e ânsia... extraído uma explosão lenta e avassaladora...
Quero estar em ti pela eternidade desse momento sem explicação... o grito surdo vira música e dá rítimo para o corpo...
Quero debruçar o corpo e navegar nas suas águas quentes e cálidas...
Acompanhar em galope um rebanho colorido de asas, que por pouco não posso tocar... pois voam soltas a minha frente...
Abrir caminho nas montanhas e vales... banhar-me nas cachoeiras melíferas...
Sorrir jocosamente, olhando no fundo dos teus olhos...
E descansar no carinhos dessas encostas macias...
Em sua essência... tem algo que me faz te desejar mais e mais...
Quando assim estou... caminho ao topo do mundo e o tenho sob meus pés!
Na música quente da Lua que me encanta e faz bailar nos seus quadris... beijo sua face por horas infindadas...
E quando acaba... novamente começa o meu desejo...
Só encontro meu fim... na saudade... daquilo que ainda ficou inacabado...
E término, nunca terá... em mim...
Nas lembranças doces de tardes juvenis, no gosto ácido do desejo que não tem freio...
Essas asas que parecem abrir-se ao infinito... Encontram-se unidas num corpo delgado... lângido... úmido...
Atiça meu desespero de sorver a infrutescência madura que se esconde em tuas asas...
Numa vontade sussurrante... que ecoa fundo... buscando fazer subir nessas peças aladas e aveludadas...
O açoite rígido do corpo... o mergulho profundo e sereno...
Minuciosamente calculado... injetando sabor e ânsia... extraído uma explosão lenta e avassaladora...
Quero estar em ti pela eternidade desse momento sem explicação... o grito surdo vira música e dá rítimo para o corpo...
Quero debruçar o corpo e navegar nas suas águas quentes e cálidas...
Acompanhar em galope um rebanho colorido de asas, que por pouco não posso tocar... pois voam soltas a minha frente...
Abrir caminho nas montanhas e vales... banhar-me nas cachoeiras melíferas...
Sorrir jocosamente, olhando no fundo dos teus olhos...
E descansar no carinhos dessas encostas macias...
Em sua essência... tem algo que me faz te desejar mais e mais...
Quando assim estou... caminho ao topo do mundo e o tenho sob meus pés!
Na música quente da Lua que me encanta e faz bailar nos seus quadris... beijo sua face por horas infindadas...
E quando acaba... novamente começa o meu desejo...
Só encontro meu fim... na saudade... daquilo que ainda ficou inacabado...
E término, nunca terá... em mim...


