No começo era só luz... de tudo me falava... como que as palavras escorregassem da boca e era assim, simples... fluente e reluzente...
o brilho da íris, o reflexo da pele...
o sorriso de marfim...
até as palavras de carinho e desejo tinham um brilho sonoro e portanto, ofuscavam de forma envolvente...
faziam cerrar os olhos e divagar nas profundas e sinuosas estradas do bem querer... do estar junto...
caminhava sob o imenso manto azul do céu, vestido com o raiar quente do sol, e assim, nutria ainda mais essa querência de viver...
Todas as vezes, que sozinho retornei ao meu lugar, sentia o “estar vivo”...
Era a época em que os segredos de alcova eram menos importantes que o compartilhar dos banais anseios de cada dia... o êxtase da procura pela felicidade simples...
o riso franco... desprovido de máscaras e pudores...
o aconchego amigo... a paz infinitesimal de cada segundo passado juntos...
a refeição depois do banquete do corpo e da alma...
a partida e o prazer do reencontro...
tudo são escolhas... e assim, somos aquilo que escolhemos ser...
sem esforço...
o brilho da íris, o reflexo da pele...
o sorriso de marfim...
até as palavras de carinho e desejo tinham um brilho sonoro e portanto, ofuscavam de forma envolvente...
faziam cerrar os olhos e divagar nas profundas e sinuosas estradas do bem querer... do estar junto...
caminhava sob o imenso manto azul do céu, vestido com o raiar quente do sol, e assim, nutria ainda mais essa querência de viver...
Todas as vezes, que sozinho retornei ao meu lugar, sentia o “estar vivo”...
Era a época em que os segredos de alcova eram menos importantes que o compartilhar dos banais anseios de cada dia... o êxtase da procura pela felicidade simples...
o riso franco... desprovido de máscaras e pudores...
o aconchego amigo... a paz infinitesimal de cada segundo passado juntos...
a refeição depois do banquete do corpo e da alma...
a partida e o prazer do reencontro...
tudo são escolhas... e assim, somos aquilo que escolhemos ser...
sem esforço...


