
O querer é algo involuntário... como respirar...
Perde-se o fôlego no desejo, mas de súbito, tem-se ou não o usufruto...
Ter... é questão de ser abençoado... de estar por um segundo coroado... e totalmente embriagado por viver e compartilhar momentos indivisíveis...
Lembrar... é saber que um dia fui digno da dádiva e do prazer ali descobertos... revividos e reinventados... sentidos infinitamente, mesmo que por um instante apenas... do fim para o começo... mergulhados, num começo sem fim...
Esquecer... como farei isso?
Um sopro íntimo... uma fragância vinda das frutas mais desejadas...
Me deito ao teu colo... colho um beijo orvalhado de vontades... quero apenas um abraço... tomar pra mim o calor real do teu corpo...
E nele encontrar a melhor das despedidas...
Agora guardo em mim o melhor de ti... acredite, não é pouco...
e aquilo que ainda estava escondido... assim continuará... e por todo tempo dos tempos, ficará guardado na casa sem nome... onde transita o homem que perdeu o rosto...
E agora ela poderá deitar aliviada...
O adeus nunca é suave... pois mesmo assim, nunca estarás longe...
A mão continuará aberta... e o coração ainda será um abrigo... pois este, não cansa de bater... nem tão pouco de amar...
Tudo parece familiar agora... quando vivido... sentido... desejado...
não digo que são familiares, por que são parecidos com outros momentos passados... são familiares porque, parece que há tempos eu já os vivia...
Perde-se o fôlego no desejo, mas de súbito, tem-se ou não o usufruto...
Ter... é questão de ser abençoado... de estar por um segundo coroado... e totalmente embriagado por viver e compartilhar momentos indivisíveis...
Lembrar... é saber que um dia fui digno da dádiva e do prazer ali descobertos... revividos e reinventados... sentidos infinitamente, mesmo que por um instante apenas... do fim para o começo... mergulhados, num começo sem fim...
Esquecer... como farei isso?
Um sopro íntimo... uma fragância vinda das frutas mais desejadas...
Me deito ao teu colo... colho um beijo orvalhado de vontades... quero apenas um abraço... tomar pra mim o calor real do teu corpo...
E nele encontrar a melhor das despedidas...
Agora guardo em mim o melhor de ti... acredite, não é pouco...
e aquilo que ainda estava escondido... assim continuará... e por todo tempo dos tempos, ficará guardado na casa sem nome... onde transita o homem que perdeu o rosto...
E agora ela poderá deitar aliviada...
O adeus nunca é suave... pois mesmo assim, nunca estarás longe...
A mão continuará aberta... e o coração ainda será um abrigo... pois este, não cansa de bater... nem tão pouco de amar...
Tudo parece familiar agora... quando vivido... sentido... desejado...
não digo que são familiares, por que são parecidos com outros momentos passados... são familiares porque, parece que há tempos eu já os vivia...





